A saúde do bebê e da mãe é particularmente preocupante entre as jovens que estão grávidas ou cuidando da criança. Ao nível mundial a incidência de parto prematuro e parto abaixo do peso é a maior entre mães adolescentes. Investigações indicam que grávidas adolescentes são menos propensas a receber assistência pré-natal, muitas vezes a procura apenas no terceiro trimestre, outras vezes nem chegando a procurar. Relatos indicam que um terço das adolescentes grávidas recebe atendimento pré-natal insuficiente e que os seus filhos têm mais probabilidades de sofrer de problemas na infância ou ser hospitalizados do que os filhos de mulheres mais velhas.
Muitas grávidas adolescentes são sujeitas a deficiências nutricionais de pobres hábitos alimentares comuns na adolescência, incluindo tentativas de perder peso através de dieta, pular refeições, lanches não nutritivos eo consumo de fast food.
Nutrição inadequada durante a gravidez é um problema ainda mais acentuada entre os adolescentes nos países em desenvolvimento. As complicações na gravidez resultam na morte de um número estimado de 70000 garotas nos países em desenvolvimento a cada ano. Jovens mães e seus bebês também estão em maior risco de contrair o HIV. A Organização Mundial de Saúde estima que o risco de morte após a gravidez é duas vezes maior para as mulheres entre 15 e 19 anos do que para aqueles com idades compreendidas entre os 20 e 24. A taxa de mortalidade materna pode ser até cinco vezes maior para as garotas com idades compreendidas entre os 10 e 14 do que para as mulheres de cerca de vinte anos de idade. Aborto ilegal também gera muitos riscos para meninas adolescentes em áreas como a África sub-saariana
Riscos de complicações médicas são maiores para as garotas de14 anos de idade ou mais jovens, com uma pélvis ainda subdesenvolvida pode levar a dificuldades no parto. Parto com problemas geralmente é solucionado com uma cesariana nas nações industrializadas, no entanto, nas regiões em desenvolvimento onde os serviços médicos podem estar indisponíveis, pode levar a eclampsia, fístula obstétrica, a mortalidade infantil, materna ou morte. Para as mães adolescentes já no final da adolescência, a idade em si não é um fator de risco, e os pobres resultados estão mais associados com fatores socioeconômicos, em vez de os biológicos.
terça-feira, 3 de junho de 2008
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